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	<title>Fidelize</title>
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	<description>tecnologia da informação</description>
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		<title>Mais aquisições e fusões no varejo farmacêutico.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veículo: Brasil Econômico Grandes redes darão continuidade ao movimento de consolidação; supermercadistas também apostam no segmento. O processo de consolidação do varejo farmacêutico, que evoluiu com mais intensidade nos últimos dois anos, deve continuar em 2012. No momento, os três &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=372">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veículo: Brasil Econômico</p>
<p style="text-align: left;">Grandes redes darão continuidade ao movimento de consolidação; supermercadistas também apostam no segmento. O processo de consolidação do varejo farmacêutico, que evoluiu com mais intensidade nos últimos dois anos, deve continuar em 2012. No momento, os três maiores grupos do segmento estão cuidando da integração das empresas adquiridas recentemente, mas mesmo assim, especialistas acreditam que estas varejistas estejam prontas para novas compras no ano que vem. “O processo de integração de uma empresa varia de seis meses a um ano. Apesar disso, as companhias sabem que não dá para ficar parado neste segmento”, diz Eduardo Seixas, sócio da consultoria Alvarez &amp; Marsal.</p>
<p style="text-align: left;">Para Iago Whately, analista do banco Fator, o mercado assistirá a mais aquisições de pequenas e médias redes. “No entanto, fusões entre os grandes grupos devem acontecer somente daqui a alguns anos”, diz. Em 2011, um dos grupos que se mostrou mais agressivo em quantidade de aquisições foi o Brazil Pharma, pertencente ao BTG Pactual. No período, juntaram-se ao portfólio da empresa as farmácias Big Ben, Estrela Galdino e Guararapes. Mas a liderança do setor no ano passado ficou com a cadeia resultante da união entre a Drogaria São Paulo e a Pacheco, conglomerado que fatura R$ 4,4 bilhões e possui 691 lojas. A companhia tirou o primeiro lugar de Raia e Drogasil, que se associaram poucos dias antes. Juntas, as duas redes tem receita de R$ 4,1 bilhões, com 700 unidades.E quem não foi às compras em 2011 está se preparando para fazer operações neste ano. É o caso da Pague Menos, que em setembro solicitou registro de companhia aberta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).“Devido à crise internacional os IPOs foram interrompidos. As empresas estão vendo para onde o mercado está indo, esperando<br />
o melhor momento de lançarem ações”, diz Whately.</p>
<p>Desempenho</p>
<p>As 28 redes representadas pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) devem fechar 2011 com faturamento de R$ 20 bilhões, o que representará uma alta de 17,6% em relação a 2010. No entanto, o balanço oficial só deve ser divulgado pela entidade em fevereiro. “O ano de 2011 foi muito especial graças à excelente performance das 28 redes que compõem a Abrafarma”, diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma.</p>
<p>Mas não são somente os grupos especializados em drogarias que têm se destacado. A cada ano as redes de supermercados mostram mais força no varejo de medicamentos. Em 2011 o grupo Pão de Açúcar abriu uma drogaria conceito que vai servir como modelo para suas próximas inaugurações. Entre as principais diferenças em relação às suas farmácias antigas estão o aumento da área de vendas e o reforço na área de cosméticos.</p>
<p>Os produtos relacionados a beleza foram responsáveis por uma transformação no varejo de farmácias. Com maior presença deles nas gôndolas, além de alcançarem margens de lucro mais interessantes, as farmácias passaram a investir em pontos de venda mais sofisticados.</p>
<p>O Wal-Mart, dono de 320 drogarias, também está investindo e seu comprometimento com o setor põde ser notado em 2011. A companhia foi a primeira entre os supermercadistas a se associar à Abrafarma.</p>
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		<title>Fórum sobre o mercado farmacêutico é um dos destaques da 9ª Econofarma</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leane</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Fábio L.S. Cerchiari Econofarma •    Representantes de entidades, além de executivos de empresas do setor, discutem o tema “Desafios e oportunidades no futuro do mercado farmacêutico”. •    Outra atração é a Drogaria Conceito, projeto inédito da PH Eventos que mostra &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=362">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fábio L.S. Cerchiari </em></p>
<p style="text-align: center;">Econofarma</p>
<p style="text-align: left;">•    Representantes de entidades, além de executivos de empresas do setor, discutem o tema “Desafios e oportunidades no<br />
futuro do mercado farmacêutico”.</p>
<p style="text-align: left;">•    Outra atração é a Drogaria Conceito, projeto inédito da PH Eventos que mostra um estabelecimento totalmente adaptado<br />
às leis que regem o varejo farmacêutico.</p>
<p style="text-align: left;">•    Hypermarcas, Laboratório Catarinense, Medley, União Química e Unilever estão entre os 135 expositores da<br />
feira, nos dias 16 e 17 de junho, no Anhembi, em SP.</p>
<p style="text-align: left;">Além de conferir as novidades das indústrias de medicamentos e de higiene e beleza, entre outras, os farmacistas que visitarem a 9ª Econofarma – Feira do Setor Farmacêutico 2011 (www.econofarma.com.br), maior e mais completo evento de negócios do segmento no Brasil, terão a oportunidade de debater com especialistas as questões atuais e as perspectivas do setor no fórum “Desafios<br />
e oportunidades no futuro do mercado farmacêutico”. Para mediar o debate, que terá a participação de representantes de várias associações e profissionais das indústrias Medley e Sanofi-Aventis Pharma, a PH Eventos, organizadora da feira, convidou o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias (Febrafar), Edison Tamascia. O fórum ocorre no dia 17 de junho, às<br />
11h, no auditório Elis Regina, no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo, onde é realizada a Econofarma.</p>
<p style="text-align: left;">Entre os temas a serem discutidos no fórum estão as principais diferenças dos mercados norte-americano e europeu em comparação com o brasileiro; os aspectos mais relevantes e as perspectivas para os empresários do varejo farmacêutico e o cenário da indústria de medicamentos no Brasil – distribuição de medicamentos, processo de fusões e aquisições, impacto do incentivo do governo às indústrias de capital nacional. E, ainda, o alto crescimento das vendas dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs), que<br />
saltou 22,74% de 2009 para 2010, passando de R$ 8,6 bilhões para R$ 10,5 bilhões, segundo levantamento da IMS Health, consultoria especializada no mercado farmacêutico.</p>
<p style="text-align: left;">O faturamento do segmento de MIPs, em unidades, passou de 623 mil para 740 mil caixas de medicamentos, representando elevação de 18,88% no período. O que chama a atenção é que esse fenômeno é registrado apesar da vigência da RDC 44/09, da Anvisa. A principal norma da resolução é a obrigatoriedade de manter os medicamentos fora do alcance do consumidor, ou seja, eles têm de ser mantidos todos atrás do balcão.</p>
<p style="text-align: left;">Participam do fórum, na Econofarma, o presidente da Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico (Abafarma), Luiz<br />
Fernando Buainain; o presidente do Conselho Diretivo da Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais (Abradilan), Aclair Machado; o diretor presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), Fernando de Castro Marques; diretor geral da Medley Indústria Farmacêutica, Décio Decaro, e o diretor comercial da Sanofi-Aventis Pharma,<br />
Valdomiro Rodrigues.</p>
<p style="text-align: left;">Mercado de R$ 40 bilhões – O varejo farmacêutico deve crescer 10% e atingir a cifra de R$ 41 bilhões de faturamento<br />
em 2011. Entre março de 2010 e abril de 2011, o setor movimentou cerca de R$ 37,7 bilhões. Os dados fazem parte da pesquisa “Panorama do mercado farmacêutico América Latina e Brasil”, da consultoria IMS Health.</p>
<p style="text-align: left;">Outro estudo, da Nielsen, revela um aumento da quantidade de compradores de produtos de higiene e beleza em estabelecimentos farmacêuticos. O consumo passou de 59,9%, em 2009, para 61,9%, no ano passado. Esses dois pontos percentuais de diferença representam o acréscimo de 740 mil lares, que fazem parte do terceiro maior país consumidor de artigos de higiene e beleza no mundo. De acordo com o Instituto Euromonitor, o Brasil registrou, entre os cinco países líderes nesse segmento, a maior taxa<br />
de crescimento de vendas de itens de higiene e beleza. O aumento foi de 30% no ano passado, em comparação com 2009, equivalente a um incremento de US$ 9 bilhões nos negócios do setor.</p>
<p style="text-align: left;">Dados divulgados no mês de maio pela Fiocruz mostram que, apesar de o governo ter adotado políticas de incentivo para estimular a produção da indústria farmacêutica nacional, com a quebra de patentes e maior agilidade no registro de genéricos, o país continua dependente da importação de remédios, com déficit em torno de US$ 8 bilhões.</p>
<p style="text-align: left;">Drogaria Conceito – Ainda na 9ª Econofarma será apresentada a Drogaria Conceito, projeto inédito idealizado pela PH Eventos. Trata-se de um protótipo que demonstra a montagem, na prática, de um estabelecimento farmacêutico. O espaço conta com o que há de mais moderno, eficiente e inovador no segmento, além de estar totalmente adaptado às leis que regem o varejo farmacêutico, caso da resolução RDC 44/09.</p>
<p style="text-align: left;">Na Drogaria Conceito vão ser expostos lançamentos e produtos de várias marcas e modelos de layoutização. Prateleiras, gôndolas e vitrines serão ocupadas por produtos e serviços de empresas como Colgate, EMS, Integral Médica – Nutrice, Medley, Nestlé, NS Inaladores, Reckitt Benckiser, Sanofi-Aventis, Unilever, Epharma e SoftPharma. O espaço abre a oportunidade de relacionamento dos varejistas com as indústrias para negociações e troca de informações sobre gestão de negócios no ambiente das farmácias.</p>
<p style="text-align: left;">135 expositores – Companhias como Hypermarcas, Laboratório Catarinense, Medley, União Química e Unilever são algumas das grandes indústrias dos segmentos farmacêutico e de higiene e beleza entre os 135 expositores confirmados para apresentar seus últimos lançamentos e inovações na 9ª Econofarma. Nesta edição, a feira deve receber 9 mil visitantes, desde representantes de farmácias e drogarias até fornecedores e prestadores de serviços.</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>DHL Supply Chain realiza pesquisa que revela o aumento da terceirização na indústria farmacêutica</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 04:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma visão específica dos fabricantes sobre a necessidade de flexibilizar a cadeia de suprimentos. São Paulo- Seis dos dez maiores fabricantes de produtos farmacêuticos do mundo já terceirizaram pelo menos uma parte de suas operações logísticas nos Estados Unidos, e &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=51">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma visão específica dos fabricantes sobre a necessidade de flexibilizar a cadeia de suprimentos.</p>
<p>São Paulo- Seis dos dez maiores fabricantes de produtos farmacêuticos do mundo já terceirizaram pelo menos uma parte de suas operações logísticas nos Estados Unidos, e mais está por vir. Esta mesma estratégia também está sendo usada por empresas da América Latina, é o que revela o relatório “A maré virou: por que os fabricantes farmacêuticos agora preferem o outsourcing?”, publicado, em setembro, pela DHL Supply Chain.</p>
<p>A pesquisa analisa de forma global e local o movimento da terceirização em todas as regiões da América e traz uma visão específica dos fabricantes farmacêuticos sobre a necessidade crescente de flexibilidade, experiência e redução de custos na cadeia de suprimentos. O conteúdo também destaca os fatores que estão em jogo nos Estados Unidos, Canadá, México e Brasil e como eles contribuem para a complexidade de desenhar e administrar cadeias de suprimentos multinacionais para que sejam mais efetivas.</p>
<p>Os representantes do setor farmacêutico entrevistados foram surpreendentemente consistentes na avaliação das oportunidades estratégicas e dos riscos que enfrentam. Entre empresas e países, os gestores de logística apresentaram conclusões similares e acreditam que a grande necessidade de flexibilidade, muito conhecimento logístico e gerenciamento de custos podem ser obtidos através de um parceiro logístico terceirizado (3PL), que ofereça soluções logísticas personalizadas.</p>
<p>Os principais problemas enfrentados pelos fabricantes de produtos farmacêuticos incluem a perda de patentes, mudanças nos canais de distribuição, cumprimento de normas regulatórias e lucro efetivo.</p>
<p>“As oportunidades e riscos dessa indústria, combinados com os fatores locais, estão estimulando a evolução dos modelos de supply chain – e agora, mais do que nunca”, afirma Luis Felipe Martinez, diretor sênior de operações da divisão de Life Sciences &amp; Healthcare da DHL Supply Chain. “Por exemplo, muitos fabricantes estão avaliando o uso compartilhado versus armazenagem e transporte dedicados para aumentar a flexibilidade e crescimento criando sinergia entre custo eficiente e a distribuição”, completa.</p>
<p>E para mais detalhes sobre a divisão de Life Sciences &amp; Healthcare da DHL Supply Chain, <a href="http://www.dhl.com/en/logistics/industry_sector_solutions/life_sciences_and_healthcare_logistics.html" target="_blank">acesse o link</a>.</p>
<p>DHL Supply Chain – Companhia Mundial de Logística -A DHL é a companhia líder global no setor de logística. A empresa é especializada em serviços expressos internacionais, frete aéreo e marítimo, transporte rodoviário e ferroviário, armazenagem e distribuição, além de atuar também na área de correio internacional.</p>
<p><em>Fonte: Portal Fator Brasil</em></p>
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		<title>O Brasil tem Remédio</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 03:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atento ao futuro promissor da distribuição farmacêutica, um grupo de empreendedores dava início, em outubro de 1985, ao projeto de criação de uma entidade representativa do segmento. Esse futuro não só chegou como também avançou por todo o território nacional. &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=45">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atento ao futuro promissor da distribuição farmacêutica, um grupo de empreendedores dava início, em outubro de 1985, ao projeto de criação de uma entidade representativa do segmento. Esse futuro não só chegou como também avançou por todo o território nacional. O advento da classe C fez nascer novos consumidores e levou os brasileiros às farmácias e drogarias.</p>
<p>O resultado foi um volume de distribuição superior a R$ 19,52 bilhões apenas no primeiro semestre, segundo levantamento da IMS Health.</p>
<p>Os remédios distribuídos ao varejo farmacêutico, hospitais e clínicas, definitivamente, mexeram no mapa. Cada vez mais o Nordeste ganha espaço.</p>
<p>De janeiro a junho, R$ 3,37 bilhões foram movimentados do Maranhão à Bahia, o que consolidou a região como a segunda maior em medicamentos distribuídos, com participação de 17,30%. Há dois anos o Nordeste passou a ocupar essa posição, ultrapassando o Sul – que caiu de 17,06% em 2009 para 16,85% nos seis primeiros meses do ano (R$ 3,28 bilhões).</p>
<p>O Centro-Oeste também deu seu recado, saltando rapidamente de 6,20% para 7,13%, o equivalente a R$ 1,39 bilhão. Aqui, o aumento populacional pegou carona no incremento da renda do consumidor. E mesmo perdendo participação percentual, o Sudeste registrou também aumento nas vendas, chegando a R$ 10,57 bilhões, com expressivos resultados no interior paulista.</p>
<p>A mobilidade na pirâmide social levou a classe C a ocupar 44% dos domicílios urbanos brasileiros na última década. Mas no quesito consumo de medicamentos, a representatividade já atinge 49%. Por essa movimentação, as vendas de genéricos nas grandes redes evoluem a faixas de 15% ao ano, enquanto as pequenas e médias apontam alta de 13%.</p>
<p>Com mais recursos, o brasileiro torna a saúde e o bem-estar itens prioritários no seu planejamento financeiro. O consumidor descobriu as gôndolas e encontra na farmácia um canal eficiente de venda. Cenário que aumenta a responsabilidade das distribuidoras, que têm conseguido abastecer mais de 66 mil estabelecimentos. O tempo entre os pedidos feitos pelos varejistas e a entrega do medicamento não ultrapassa dez horas, em média.</p>
<p>Estamos conduzindo os medicamentos estrada afora, percorrendo e atendendo a todos os municípios do País. Mas convivemos com algumas caronas indesejáveis: péssimas estradas, frete e custo elevado e déficit de bons motoristas, acompanhados de uma malha de transporte restrita praticamente ao modal rodoviário. Enquanto emergem novos polos consumidores, no ano passado apenas 1.393 quilômetros foram adicionados aos mais de 90 mil de extensão de rodovias federais pavimentadas e estradas estaduais.</p>
<p>E deste incremento de 2010, somente 337 quilômetros tiveram como fonte de custeio os pedágios aplicados por concessionárias privadas. Para a atividade atacadista, o risco de acidentes é permanente. Somemos a este fator as perdas motivadas por furtos e roubos. Para completar, não se vislumbra um mínimo indício de redução da carga tributária sobre o setor – 36% contra uma média global de 3,6%.</p>
<p>Quem paga a conta? O distribuidor, que literalmente luta contra o relógio.</p>
<p>O tempo é curto para atender a quase 30 milhões de pessoas que ascenderam para a classe C e aos nossos clientes habituais. A despeito dos problemas, o esforço é redobrado. E podemos assegurar: o Brasil tem remédio.</p>
<p>* Luiz Fernando Buainain é presidente da Abafarma &#8211; Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.segs.com.br" target="_blank">Portal de Seguros</a></em></p>
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		<title>TI ajuda a alavancar o crescimento dos negócios no setor Farma</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 03:40:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Soluções contribuem com o controle de informações e o gerenciamento de tempo e possibilitam que os profissionais do setor dediquem-se mais ao planejamento estratégico e, consequentemente, impulsionem o crescimento do negócio. Seja no setor farmacêutico ou em qualquer outro, o &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=42">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Soluções contribuem com o controle de informações e o gerenciamento de tempo e possibilitam que os profissionais do setor dediquem-se mais ao planejamento estratégico e, consequentemente, impulsionem o crescimento do negócio.</p>
<p>Seja no setor farmacêutico ou em qualquer outro, o objetivo das empresas é crescer e consolidar sua marca. Por esse motivo, é importante que o empreendedor esteja atento às possibilidades de redução de custos e ao controle das informações.</p>
<p>Com o constante e crescente número de impostos que cercam o setor, resta aos empresários do mercado farmacêutico tentar controlar os gastos internos que, no final das contas, podem resultar em uma economia considerável. Uma das formas de direcionar melhor as despesas da empresa é investir no gerenciamento do tempo, pois, assim, os profissionais passam a ter a possibilidade de aumentar sua dedicação ao planejamento estratégico, visando alavancar o crescimento do negócio.</p>
<p>A tecnologia da informação pode ser uma grande aliada na gestão do tempo, principalmente de gestores que, entre outras atividades, dedicam parte de seu dia ao gerenciamento de relatórios de vendas realizadas com cartões. O tempo destinado a essa tarefa pode ser reduzido em cerca de 30% se a empresa investir na ferramenta certa. Assim, o trabalho pode ser focado em ações que resultem no aumento de vendas e na conquista de novos clientes.</p>
<p>Além dos gastos, as informações que fazem parte da rotina farmacêutica também precisam ser protegidas e bem administradas, para que promovam o crescimento contínuo e o sucesso do negócio. São inúmeros dados, como tabelas de preços, gerenciamento de estoque, qualidade e integridade do produto e relatórios sobre vendas e distribuição de medicamentos. O monitoramento incorreto dessas informações pode ser o estopim para o fracasso de empresas de todos os portes, desde pequenas farmácias até grandes redes de drogarias.</p>
<p>Sendo assim, os empresários do setor devem ficar atentos às demandas do mercado e às necessidades de suas empresas para manter o controle e o equilíbrio do negócio no setor, cada vez mais competitivo. E, para se manter firme entre os concorrentes, é necessário investir em ferramentas que facilitem o gerenciamento de todas as informações do dia-a-dia da empresa. Afinal, sem investimento não há crescimento.</p>
<p>As ferramentas podem ser usadas para melhorar e viabilizar a logística de distribuição e, assim, atuar como facilitador na entrega e retirada de medicamentos. Além disso, atividades como emissão de relatórios gerenciais de vendas de distribuição, controle de tabelas de preços, gerenciamento de estoques e monitoramento da qualidade e integridade dos pedidos podem ser otimizadas com ferramentas eletrônicas que, em conjunto ou separadamente, possibilitam às redes farmacêuticas um elevado grau de competitividade, agregando controle aos processos já existentes e possibilitando novas oportunidades de negócios.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.inteligemcia.com.br" target="_blank">http://www.inteligemcia.com.br</a><br />
Autor: Peterson Barroso Pais</p>
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		<title>GlaxoSmithKline Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 17:51:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat. Duis aute irure dolor &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=106">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat. Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur. Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum.</p>
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		<title>Lilly</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 17:50:06 +0000</pubDate>
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		<title>Investimento em trade marketing é diferencial competitivo no setor farmacêutico</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 04:38:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cliente espera que o ponto de venda (PDV) seja capaz de surpreender e interagir com as suas necessidades. Por isso, planejar corretamente as ações de comunicação nesses espaços é fundamental para garantir bons resultados e alavancar as vendas . Segundo &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=40">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cliente espera que o ponto de venda (PDV) seja capaz de surpreender e interagir com as suas necessidades. Por isso, planejar corretamente as ações de comunicação nesses espaços é fundamental para garantir bons resultados e alavancar as vendas .</p>
<p>Segundo uma pesquisa da GS&amp;MD, que avaliou a expectativa do consumidor em relação ao ponto de venda (PDV), dos 407 entrevistados, 15% gostariam que farmácias e drogarias oferecessem serviços personalizados, ligados a saúde e bem-estar. “O resultado mostra como a relação do consumidor com o PDV vem passando por mudanças significativas. Hoje com diferentes canais de compra à disposição, como o delivery e o e-commerce, o cliente espera que esse espaço seja capaz de surpreender e interagir com suas necessidades”, explica a diretora Injoy Blend, consultoria de marketing em saúde, Danieli Junco.</p>
<p>E é justamente para atender a essa expectativa dos consumidores que o varejo e a indústria farmacêutica precisam investir em trade marketing. A especialista explica que o trade marketing, ou seja, as estratégias de comunicação e relacionamento adotadas no PDV são fundamentais para garantir e aumentar os lucros. “São medidas que aliadas a boa gestão do empreendimento estabelecem um importante diferencial competitivo que implica, sobretudo, na satisfação do cliente”, diz.</p>
<p>Ainda de acordo com a consultora, com a nova formatação das farmácias e drogarias, que além de medicamentos trabalham com itens de beleza, o trade é a ferramenta ideal para diversificar as ações dentro das lojas.</p>
<p>Para o varejo, continua a executiva, a atenção deve ser não apenas com a apresentação do produto, mas também com o canal, o mix, o preço e a gestão do estoque. “Além disso, o farmacêutico e sua equipe precisam estar prontos para detalhar as características dos itens comercializados e apontar novidades”.</p>
<p>Daniela reforça ainda o papel da indústria para as boas práticas no PDV. “De nada adianta um apelo de mídia e um excelente espaço no ponto de venda se o produto não estiver acessível para o consumidor. O canal de distribuição deve ser ponto constante de atenção do gerente de produto do laboratório para que não exista ruptura na oferta. No canal farma, por exemplo, 30% das decisões de compra acontecem no PDV”, acrescenta.</p>
<p>A diretora da Injoy Blend destaca a importância de uma ação conjunta entre varejo e indústria de trade marketing para alavancar as vendas e garantir maior rentabilidade ao negócio. “É um interesse comum e que exige esforço de ambas as partes. Por isso, quanto maior a integração melhor o resultado”, resume Danieli Junco.</p>
<p><em>Fonte: Portal Fator Brasil</em></p>
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		<title>As vantagens de uma nova ferramenta de marketing: o Trade Marketing</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:58:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando se fala em marketing, a primeira coisa que nos lembra é “propaganda”. Entretanto tenho demonstrado nos artigos mensais que o Marketing é muito mais amplo e estratégico do que apenas “divulgar” produtos e serviços. Diante deste contexto, irei fazer &#8230; <a href="http://www.fidelize.com.br/site/?p=262">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em marketing, a primeira coisa que nos lembra é “propaganda”. Entretanto tenho demonstrado nos artigos mensais que o Marketing é muito mais amplo e estratégico do que apenas “divulgar” produtos e serviços. Diante deste contexto, irei fazer este breve ensaio sobre uma importante e nova ferramenta (pelo menos no Brasil) de marketing, chamada de Trade Marketing.</p>
<p>A idéia surgiu nos anos 90 no mercado americano devido a uma inversão da relação oferta X demanda. Saímos de um mercado no qual historicamente a procura excedia a oferta. Ingressamos &#8211; definitivamente &#8211; em um mercado em que a oferta excede, em muito, a demanda.</p>
<p>Com essa transformação, cresceu muito a importância dos intermediários de marketing (Distribuidores/Atacadistas e Varejistas) na distribuição. Em sua tradução literal, a expressão inglesa que dá título a esse artigo significa os esforços de marketing feitos pelos fabricantes para auxiliar seus canais de distribuição a vender produtos. Mais genericamente, significa a otimização/evolução da relação entre o Fabricante e o Distribuidor.</p>
<p>O processo contínuo de fragmentação das mídias, incorporado à maior especialização dos canais de venda e no contexto geral no qual o consumidor está cada vez mais difícil de ser conquistado, criou um panorama de competição acirrada no qual organizações lutam pela sua fatia de mercado (market-share) diariamente. O foco fundamental do Trade Marketing é unir as necessidades dos consumidores com as necessidades do varejo com a oferta de sua marca. Antigamente se dizia que o bom vendedor conhecia muito bem seus produtos e serviços. Isso já não é mais suficiente. Além de conhecer seu próprio mix de produtos, o vendedor tem que conhecer o negócio do cliente. No mínimo tão bem quanto ele. De preferência, melhor do que ele. Isto faz com que seja impossível um mesmo vendedor atender a diversos perfis de clientes.</p>
<p>Não se admite mais atendimento ao pequeno varejo, as lojas de conveniência, aos supermercados, aos hipermercados e ainda as discount stores (lojas de promoção). É preciso especialização e foco. Tem que haver conhecimento específico das diversas cadeias de valores. Saber as diferenças entre as cadeias de suprimentos. Um pequeno varejista não tem o comportamento de compra de um gigantesco home center. Embora isso possa parecer óbvio, há inúmeros fabricantes/distribuidores que usam o mesmo vendedor para atender esses dois perfis tão diferentes de clientes. Outra coisa que se dizia sobre o vendedor é que ele precisava ser um hábil negociador. Isso continua sendo verdade. A diferença é que ele não negocia mais apenas preços e quantidades. Ele é responsável pela negociação de promoções de vendas (que incluem, por exemplo, participar da oferta gratuita do &#8220;enxoval&#8221; da nova loja que o cliente vai inaugurar). Negocia apoios mútuos, como a exibição privilegiada de um produto dentro da loja do cliente. Negocia a colaboração do fabricante, que pode colocar uma equipe de promotores dentro do varejo para garantir que seus produtos não faltarão nas gôndolas.</p>
<p>Em outras palavras, significa que o vendedor passa a ser o gestor de um orçamento específico para cada cliente. Sua habilidade em gerenciar esse orçamento (garantindo participação de mercado, satisfação do consumidor final, margens de lucro compatíveis e renovação permanente dos laços de parceria com o canal) serão os elementos que farão parte de sua avaliação de desempenho e garantirão sua remuneração no final do mês. Por outro lado, Trade Marketing, como uma disciplina, é o Marketing através dos Intermediários, dos varejos principalmente (aquele que procura estabelecer a forma rápida e lucrativa do produto passar pelos intermediários atendendo objetivos comuns &#8211; dos fabricantes e dos intermediários). Dentro deste cenário, vendas deve representar uma nova interface com os canais de distribuição principalmente o varejo. O vendedor deve ser um especialista num determinado cliente (ou grupo de clientes), pois é através deste conhecimento e especialidade que serão desenvolvidas as melhores ofertas. Vendedor deve desenvolver conhecimento e habilidades mais que as da negociação em busca do pedido do cliente. Deve ser um gestor do relacionamento do cliente para com a empresa através da área de vendas, logística, comunicação e finanças.</p>
<p>Portanto, vendas passa a ter a autoridade para executar não só o processo da venda para o cliente como também: a) A negociação dos serviços logísticos da entrega e redistribuição, b) As ações de comunicação de merchandising para garantir a visibilidade do produto e sua compra, c) As ações de promoção de vendas para provocar giro acelerado incentivando maior lucratividade, d) As campanhas cooperativas para provocar demanda por seus produtos na lojas, e) Além de todo processo financeiro para garantir de um lado que o objetivo do varejo seja alcançado (lucro pelo giro).<br />
Espero que vocês tenham gostado do artigo e que utilizem estas informações para melhorar os negócios.</p>
<p><em><a href="http://www.revistaportuaria.com.br" target="_blank">Fonte: Revista Portuária</a></em></p>
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